O futuro do sector automóvel. Das parcerias (joint ventures) às aquisições
Vários presidentes ou responsáveis máximo de grupos ou marcas de automóveis têm dito que no futuro o sector automóvel irá ficar reduzido a um pequeno número de grupos de marcas. Para eles a sobrevivência de marcas automóveis passará pela necessidade de reduzir custos através de racionalização dos componentes e módulos que compõem os carros. Quem já o pratica confirma a coerência de tal decisão. No entanto, também há marcas que, com volumes de produção mais pequenos, têm conseguido sucessos comerciais e financeiros. O que se tem verificado e continuará a suceder é a existência de parcerias entre marcas ou aquisições de marcas por outros grupos de marcas. Assim a troca de capital, podendo ir de 0% até 100%, entre empresas estará associada a estratégias que poderão ser bem ou mal sucedidas, como se tem verificado nas últimas dezenas de anos. Para bem do consumidor e da existência de um leque alargado de diversidade e escolha esperemos que no futuro estejam disponíveis uma grande variedade de marcas de carros, desde que bem geridas e que acrescentem algo comparativamente com a concorrência.
Quem segue o sector automóvel sabe bem da importância dada à presença de uma marca no mercado dos Estados Unidos da América (USA). A grande dimensão desse mercado, o consumismo levado ao extremo, o seu alto nível de competitividade, a livre concorrência, levaram qualquer marca de automóveis que acredite no seu valor mundial, tendo uma estratégia global, a expor-se comercialmente nos USA.

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